segunda-feira, 7 de maio de 2018

Paul Allen, o cara da Microsoft


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Quem estudou um pouco mais a fundo a história da Microsoft certamente passou pelo nome Paul Allen: menos conhecido do que Bill Gates, o co-fundador da gigante dos computadores pessoais teve de sair da empresa após ser diagnosticado com Linfoma de Hodgkin – um câncer no sistema linfático.

Allen se recuperou totalmente do linfoma, e não parou de criar novos projetos após sua carreira nba Microsoft. Segundo seu próprio site, Allen é um “filantropo, investidor, empreendedor, dono dos times Seahawks e Blazers, guitarrista, apoiador da neurociência, pioneiro do espaço e co-fundador da Microsoft.”

Em termos de negócios, Allen criou uma nova startup: a Stratolaunch Systems, que pretende fazer o transporte aeroespacial mais acessível. Ele também possui um fundo de investimentos, chamado Vulcan.

Além disso, Allen se interessa em projetos de ciência: ele fundou o Insituto Allen para a Ciência do Cérebro e o Instituto Allen para a Inteligência Artificial.

A filantropia é outra uma grande causa de Allen: segundo a Forbes, ele já doou mais de 2 bilhões de dólares até hoje. A maioria do dinheiro costuma ir para questões globais, como preservação das espécies. A Paul G. Allen Family Foundation vai na mesma linha e investe em projetos inovadores para resolver “problemas de grande escala”.

Alguns fatos curiosos, elencados pelo Business Insider: Allen coleciona aviões militares da Segunda Guerra Mundial; possui uma grande coleção de arte e negocia seus quadros em leilões; abriu dois museus – um sobre ficção científica e outro sobre o guitarrista Jimi Hendrix; e gosta tanto de música que tem uma banda, chamada “The Underthinkers”, na qual ele é o guitarrista.

Em 2009, foi diagnosticado com outro câncer do sistema linfático – e, mais uma vez, superou a doença.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Mensagem aos Trabalhadores pelo seu dia.

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Ei,estou falando com você!

Você que dorme debruçado sobre sua escrvaninha perdido em meio às contas da empresa...
Você que há meses não tira um fim de semana para curtir sua família devido ao caos (contas, fornecedores atrasados, funcionários desqualificados)...
Você que trabalha 48 horas por dia e no outro é o primeiro a chegar como se tivesse relaxado em um spa na Suíça...
Você que perdeu o nascer do primeiro dente do seu filho ou filha, ou estava no trabalho quando ele deu os primeiros passos...
Você que já se pegou dormindo na reunião de família devido ao cansaço...
Você que investiu tudo que tinha em seu projeto sem se dar o direito de errar...
Você que se endividou para sua empresa poder ir para a frente...
Você que trabalha com pessoas que atrapalham o andar da empresa e se vê tentado a demití-las mas persiste seja pela escassez de qualificação ou por outro contexto...
Você que vira madrugadas planejando, fazendo contas, adequando o orçamento, vendendo a imagem da sua empresa nas redes sociais...
Você que não sai de reuniões e conferências em cidades que seus funcionários acreditam que você está passeando...
Você que quebrou inúmeros empreendimentos mas sempre acredita que este dará certo...
Você que abre mão de um bem melhor para não comprometer o pagamento dos funcionários...
Você que os movimentos dizem ser o explorador quando é o maior explorado pelos juros e impostos...

Sim, estou falando com VOCÊ!

Se não fosse você, a economia seria um caos, as pessoas viveriam um mundo apocalíptico, seríamos semelhantes a selvagens brigando pela sobrevivência, mas pela graça divina, você existe.
Empreender não é para todos, gerar oportunidades como você gera, abster-se em prol dos outros é uma qualidade raríssima, e ainda ouvir gracejos por isso sem poder contraargumentar tentando desfazer a imagem de explorador, isto não é para qualquer um.
Aproveite seu dia, aproveite sua família, aproveite o clima, aproveite uma boa leitura.

Feliz dia do Trabalhador

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Konosuke Matsushita da Panasonic


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Você talvez não conheça Konosuke Matsushita, mas já deve ter usado um dos eletrônicos que sua companhia produziu: a Panasonic.

Antes de obter sucesso, porém, o empreendedor passou da riqueza herdada para a pobreza – e teve de construir seu próprio patrimônio, com muito trabalho.

Matsushita teve uma infância abastada: sua família trabalhava com grandes plantações no interior de Wakayama, no Japão. Porém, uma desvalorização repentina das commodities fez com que os Matsushita empobrecessem, e o futuro empreendedor teve de arranjar seu primeiro emprego aos nove anos de idade, em uma loja de carvão de Osaka, em 1904. Depois, trabalhou em uma loja de bicicleta até os 15 anos de idade.

Convencido de que o futuro estava na eletricidade, Matsushita se candidatou para um emprego na companhia Osaka Electric Light. Aos 22 anos de idade, se esforçava para convencer seu chefe de que tinha uma ótima ideia em mãos – uma tomada desenvolvida de forma inovadora. Mas não obteve resposta.

Lembrando dos conselhos de seu pai sobre as vantagens de ser empreendedor, Matsushita largou seu emprego, em 1917, e montou sua própria loja em um pequeno alojamento: a Matsushita Electric.

As vendas iam de mal a pior, e o empreendedor trabalhava para sobreviver. O negócio só não faliu porque recebeu um pedido inesperado, de mil unidades de placas com isolante para ventiladores elétricos.

Matsushita conseguiu se mudar para um local maior e expandiu sua produção para outros produtos inovadores de eletricidade, desenhados por ele próprio. A Matsushita Electric surpreendeu o marcado, por exemplo, ao lançar lâmpadas para bicicleta que operavam por bateria, e não por velas ou querosene.

A companhia, que mudou seu nome para Panasonic, se tornou conhecida por oferecer alta qualidade e preço baixo, firmando-se por décadas. Eventualmente, o negócio ficou conhecido por ser o maior do Japão no ramo de eletrônicos para consumo.