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quarta-feira, 19 de abril de 2017

WhatsApp Para Empresas

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1. Atalhos de conversa

Um recurso interessante para encontrar facilmente o contato de pessoas importantes. Infelizmente, este recurso só funciona em dispositivos com sistema operacional Android – nos iPhones, será necessário baixar outros apps que liberam essa função.

No WhatsApp, para criar o atalho, clique na aba “Conversas” e clique e segure na conversa escolhida. Depois, clique em “Ajustes” e em “Adicionar atalho para conversa”. Pronto: um ícone da conversa será criado na tela principal do seu celular.

2. Sem downloads automáticos

O aplicativo permite o compartilhamento de imagens. Só que é bem possível que você tenha contatos que enviem fotos não muito importantes que, de quebra, enchem a memória do seu celular.

Por padrão, o WhatsApp baixa automaticamente as imagens. Desative essa função ao clicar em “Ajustes”, em “Configurações” e “Uso de dados”. Depois, selecione o cancelamento do download automático quando seu celular estiver no 4G, no Wi-Fi e em roaming internacional.

3. Lista de transmissão

Este é um bom recurso para quem precisa enviar mensagens em massa. Para criar uma lista de transmissão no Android, vá à aba “Contatos”, clique e segure em um dos nomes para quem você deseja enviar algo. A partir daí, o aplicativo permite que você selecione mais contatos. Depois, clique em “Nova transmissão”, “Criar” e envie a sua mensagem.

Para iPhones, o procedimento é mais fácil. O item “listas de transmissão” está disponível no menu de conversas. Os destinatários da sua mensagem nos dois sistemas operacionais receberão seu conteúdo sem saber que você fez um envio em massa.

4. Silenciar

Um grupo “animadinho” demais pode ser um incômodo. Para não receber notificações, silencie-o.

Para isso, no Android, basta clicar e segurar no grupo que você deseja calar. Depois, selecione o ícone de equipamento de som na parte superior da tela e selecione o tempo que quer ficar sem notificações.

No iOS, você deve clicar na conversa e no nome do grupo. Depois, vá até o menu “Silenciar”. É possível desativar as notificações dos grupos por até um ano.

5. Mude seu plano de fundo

Um recurso não tão útil assim, mas que deixa seu WhatsApp com a sua cara. Para mudar o plano de fundo, basta clicar em “Ajustes”, “Conversas” e “Papel de Parede”. Você pode escolher fotos do seu rolo da câmera e padrões oferecidos pelo WhatsApp.

6. Buscar mensagens

Está querendo alguma informação que se perdeu nas mensagens trocadas com alguém. Sem problemas. A plataforma tem uma funcionalidade que permite que você busque por meio de palavras-chave.

No Android, vá até a conversa desejada, clique em “Ajustes” no canto superior direito e clique em buscar. No iOS a busca é diferente: no menu “Conversas”, clique na parte de cima da tela e desça o dedo. Uma barra de buscas aparecerá.

7. Estrelinhas

Outra forma de separar conteúdos importantes é por meio de marcações, mostradas em forma de estrelas. Para isso, clique e segure na mensagem que deseja salvar e clique na estrela que aparecerá. Para acessá-las, clique e segure o nome de seu contato e acesse o menu “Mensagens marcadas”.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Benchmarking: Como outra empresa pode nos ajudar com a nossa?


Definição de Benchmarking


Um benchmark (literalmente, banco de teste) é uma análise comparativa de produtos ou de serviços da concorrência, para um produto existente, ou para um setor de uma determinada atividade no quadro da concepção de um novo produto. 
Benchmarking

O anglicismo benchmarker (ou benchmarking) designa o fato de listar produtos ou serviços, definir critérios de avaliação do desempenho e realizar um estudo comparativo, geralmente em forma de gráfico. 


Interesse de um benchmark


Em uma empresa, um benchmark pode ser usado para estabelecer um panorama do que já existe, antes de lançar um novo produto, a fim de valorizá-lo, para que a empresa possa comunicar suas vantagens em seu lançamento. Porém, um benchmark também é útil para o grande público, para ajudar na escolha de um produto. Existe assim benchmark de processadores, de placas gráficas, etc.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Google sendo Google

Não é novidade para ninguém que o Google trata os seus funcionários muito bem. Para se ter ideia do bom tratamento, a empresa dá aulas de alimentação saudável e tem um “restaurante fitness” gratuito, oferece serviços de lavandaria e lavagens de veículos para seus colaboradores, salão de jogos e área de descanso.

Mas, de acordo com um relatório recente, o Google recentemente lançou uma série de benefícios pós-morte para os parentes de seus empregados. A empresa paga para o cônjuge ou parceiro, a metade do salário do funcionário falecido durante uma década.

A notícia destes benefícios de morte – que foram relatados pela primeira vez pela Forbes – abrange apenas os funcionários norte-americanos. Essa prática diferenciada foi posta em prática no início de 2014.

Um porta-voz do Google disse em entrevista ao site Mashable que os benefícios vão além disso. O cônjuge ou parceiro do funcionário falecido também vai receber as ações do funcionário, e as crianças órfãs vão receber US$ 1.000 por mês até os 19 anos de idade. O cronograma pode ser prolongado se o filho está em uma escola em tempo integral.

O Google afirmou que tem essa abordagem porque “é a coisa certa a fazer”. Em entrevista ao Mashable o porta-voz disse que a família de cada funcionário precisa ser bem cuidada e protegida de imprevistos. A empresa disse que esse plano não tem objetivo publicitário e sim fazer com que os funcionários e suas famílias tenham uma melhor qualidade de vida.


Você acha que mais empresas devem adotar uma abordagem semelhante? Deixe-nos saber sua opinião nos comentários!

Como é trabalhar no Google?


A gigante da tecnologia sediada em Mountain View, Califórnia, é frequentemente classificada como uma das melhores empresas para se trabalhar na América. O Google também foi considerado o empregador mais atraente do mundo.

Mais de 57.000 funcionários do Google amam tudo o que o “Googleplex” tem para oferecer, incluindo o transporte gratuito, Wi-Fi, refeições saudáveis ​​gratuitas, lavanderia e academia, 18 semanas de licença de maternidade totalmente pagas e assistência à filhos de funcionários. Além disso, a remuneração competitiva é um dos fatores que causam grande satisfação nos trabalhadores da empresa.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Os diabinhos de Manchester, Jogadores da Base fazendo a diferença em um dos clubes mais famosos do mundo.



















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A ascensão do jovem Marcus Rashford só vem a comprovar um fato conhecido há décadas; O centro de treinamento de Carrington, em Manchester, é um verdadeiro celeiro onde se cria grandes talentos. Desde a class of 92, a academia de futebol do Manchester United tornou-se referência mundial e passou a abastecer frequentemente o time principal. Tanto que, até setembro de 2015, o clube detinha o recorde de 3753 partidas consecutivas utilizando um jogador da base no time titular.

Vinte e quatro anos após o lançamento de Giggs, Scholes, Gary e Phil Neville, Nicky Butt e Beckham, Old Trafford volta a ser o palco de estreia daqueles que, em um futuro bem próximo, podem significar parcela considerável dos maiores talentos do futebol inglês – e até mundial.

Se em termos de metas e resultados a comissão vem deixando a desejar, no que diz respeito ao incentivo e o lançamento de joias da base, tem sido impecável! Sim, meus caros, a reformulação está estampada na cara, seja em razão da quantidade absurdas de lesões ou em decorrência de erro de planejamento, inúmeros são os jovens jogadores que já integram o plantel principal. O Manchester é sem dúvidas o gigante com maior número de sub-23 atuando no profissional. ” The Van Gaal babes” – em alusão aos Busby babes – são a maior esperança de futuro para o maior campeão inglês.

Mesmo que a política de contratações seja pautada na caça de jovens talentos, como  Luke Shaw (19), Memphis Depay (21) e Anthony Martial (20), a produção caseira continua a todo vapor! Nomes como o de Borwthick Jackson (18), Varela (22), Lingard (23) e Januzaj (21) já se tornaram rotina nos arredores do velho teatro – o último, apesar de estar em baixa, é herdeiro da camisa 11 do lendário Giggs.

Os Red Devils acreditam que apostar em juventude é a única forma de manter a chama acesa sem deixar o clube perder sua identidade. Nesta sintonia, que tal conhecer um pouco mais sobre os principais diabinhos de Manchester? Tanto os que já atuam no time de cima, quanto os que a qualquer momento podem dar às caras por lá. Sob o comando de Warren Joyce, treinador do sub-21, e de Nicky Butt, recém nomeado gerente das categorias de base, o futuro do United é brilhante. Em mãos certas, esses pequenos fragmentos podem ser lapidados e transformarem-se em pedras preciosas.

1. Marcus Rashford
O diamante negro! O garoto sensação que, até janeiro, só os torcedores mais fanáticos conheciam é um dos grandes (se não o maior) talentos da base. Não à toa, está surpreendendo até a própria comissão técnica pela maturidade e poder de decisão. Nos seus dois primeiros jogos, marcou incríveis quatro gols e deu uma assistência, com direito a “man of the match” contra o Arsenal. Isso não é para qualquer um, né? Para provar que não foi mero lampejo, ainda marcou o gol decisivo na vitória diante do City, em derby que foi crucial para manter os devil’s na briga por vaga na Champions.

O garoto, de apenas 18 anos e 141 dias, assumiu o posto de mais jovem a marcar na história do Derby de Manchester, que há décadas pertencia a Giggs.

O jovem sensação da temporada chegou ao United em 2005, vindo do pequeno Moss Rangers. O peculiar é que, na época, o jovem esnobou o City em detrimento do clube que desde sempre foi torcedor, o United! Com passagens pelas seleções sub-16 e sub-18 e recém convocado para a sub-21, o garoto nunca foi muito badalado, mas sempre se consolidou como referência nas categorias de base do clube.

O lançamento dele no profissional ocorreu por uma série de fatores que só comprovam que tudo foi obra do destino. Com a lesão de Rooney, Martial tornou-se o único atacante disponível e o reserva imediato passou a ser Will Keane, destaque do sub-21, que também se lesionou dias após sua promoção. A vaga de reserva imediato passou, então, a ser do jovem Rashford, que estava sossegado e pouco badalado na reserva. Porém, logo na estreia, o garoto ganhou os holofotes quando viu Martial se lesionar no aquecimento para o jogo diante do Midtjylland. Van Gaal não titubeou ao apostar e o resto é história. Dois golaços.


2. Callum Gribbin
Callum-GribbinÉ o fiel escudeiro de Rashford. Na verdade, até o início da temporada era o inverso; ele quem era o protagonista badalado enquanto Rashford era coadjuvante. Por ironia do destino, seu parceiro estourou antes. Gribbin é o típico camisa 10, jogador de técnica apurada e com uma precisão única no pé esquerdo. É um exímio cobrador de faltas. Não à toa é o grande destaque do sub-18 do Manchester, inclusive jogando frequentemente como titular no sub-21

Atua como meio campista e faz basicamente todas as funções do setor, com um dinamismo único e muita visão de jogo. É o clássico meia com leves tons de modernidade em razão da boa capacidade de drible, condução de bola e recomposição. Já consolidado nas seleções de base do English Team, é questão de tempo vermos no time principal.


3. Talento canarinho lapidado em Carrington
Andreas Pereira é filho de brasileiros. Nascido e criado na Bélgica, esnobou ser parte da OGB (leia-se “ótima geração belga”) e mesmo diante de uma crise institucional sinistra, optou por defender as cores verde e amarelo, muito em razão de Alexandre Gallo, que fez um enorme esforço de valorização pelo atleta. Pereira o correspondeu logo de cara, sendo um dos destaques da seleção sub-20, marcando um GOLAÇO na final do mundial. Antes disso, ele atuou por todas as seleções de base da Bélgica.



Aos 20 anos e namorando com o profissional há um bom tempo, Pereira se destaca pela capacidade técnica e incrível precisão nos passes, lançamentos e tentos ao gol adversário. Ambidestro e cirúrgico em faltas/escanteios, o jogador é muitíssimo admirado por Juninho Pernambucano. Só isso, né? No Manchester desde 2012, é a grande referência de toda a base do clube. É um dos maiores candidatos a ser o próximo camisa 10 do United.


4. Fosuh Mensah
Timothy-598574É um negro maravilhoso no mais completo sentido da terminologia. Dotado de um vigor físico único e uma incrível capacidade de adaptação tática, onde não por acaso se tornou referência no sub-18. Força e versatilidade definem o jogador. Chegou ao United em 2014, vindo do Ajax e é um típico líder de defesa, não à toa é capitão da seleção sub-17 da Holanda e do próprio Manchester United.

Mensah pode atuar como defesa central, lateral (direito ou esquerdo) ou volante. É, no caso, um Blind negro – só que com mais força e velocidade, lógico que não com a mesma classe e técnica do “ceguinho” (perdão pelo trocadilho infame). A capacidade física dele assusta, é um jogador de muita explosão e recuperação, o que fez o treinador Warren Joyce do sub-21 se encantar por ele. Como diria Alcione, é um verdadeiro príncipe negro feito à pincel.

O holandês já tem no curriculum algumas atuações pelo time principal, onde foi muito elogiado por Giggs e Rio Ferdinand.


5. Regan Poole
Regan-Poole-Manchester-United-Cardiff-City-647922É um jovem galês, oriundo de Cardiff, que chegou ao United em 2015, muito por influência de Ryan Giggs. Com apenas 18 anos e frequentando veementemente o banco de reservas nos profissionais, ele é um defensor em sentido amplo, pode jogar de zagueiro ou volante, muito em função de sua ótima visão de jogo e qualidade no passe. Poole é mestre na arte de ocupação de espaços e execução da transição defesa-ataque com bola ao chão. Muito técnico e com um estilo de jogo que agrada muito Louis van Gaal, é questão de tempo para ganhar a primeira chance no time de cima.


6. Joe Riley
Joe-Riley-with-Cristiano-RonaldoJogador com excelente visão de jogo. É perfeccionista naquilo que faz, seja com passes, cruzamentos ou ocupação campal. Participativo, aplicado e polivalente, estas são algumas das características daquele típico cara que joga para o time e sempre almeja a vitória coletiva. Foi descrito pelo ex-treinador Paul McGuinness como peça chave de seu esquema tático e por isso sagrou-se como melhor jogador do torneio Mercedes Benz Junior Cup, na Alemanha, já sob o comando do excelente Warren Joyce.

E para fins de história, será que ele é identificado com o United? É prata da casa no sentido mais completo possível da terminologia.

No time principal, atuou como lateral esquerdo e, apesar de ser destro, não deixou a desejar em nada. Energético, incisivo, determinado e aguerrido, o jogador chamou muita atenção nas duas atuações que teve, sobretudo diante do Shrewsbury Town, pela FA CUP. A posição de origem dele é o meio campo, costuma jogar bem aberto pelo lado esquerdo, o que talvez justifique sua facilidade em jogar na lateral.


7. James Weir
01_12191215_0292a5_2638405aPara finalizar, temos o mais velho de todos, que finalmente deu as caras pelo profissional. Antes de tudo, é válido ressaltar que James Weir (imagem abaixo) não é o irmão gêmeo desaparecido do Marlone ou um filho bastardo do David Moyes, apesar da grande semelhança. Seguido de perto por Sean Goss, Weir é simplesmente o volante mais qualificado das categorias de base mancuniana. Aos 21 anos, estreou no jogo contra o Arsenal entrando no lugar de Herrera já nos acréscimos e tem tudo para ficar com a vaga de Carrick, quando este vier a se aposentar.


8. Sean Goss
Já que citamos o Sean Goss, vamos apresenta-lo, não é? Este é outro volante de bom recurso. De técnica refinada, ótimo cobrador de faltas e tem um passe diferenciado. Teve a oportunidade de participar da pré-temporada nos Estados Unidos, no entanto, ainda não se mostrou maduro psicologicamente para galgar seus primeiros passos no plantel principal.

Outros nomes poderiam facilmente ser inclusos, como os de Dean Henderson, o goleiro do sub-18 ou de Joel Pereira, do sub-21. Também o belíssimo defensor de 18 anos, Axel Tuanzebe merece menção tanto quanto o atacante Fletcher, de 21 anos, que tem sido visto de perto por Ryan Giggs e Van Gaal.

9. McGhee
McGheeAlém do pequeno Dion McGhee, de apenas 15 anos. O pequenino é a grande sensação do sub-15 do Manchester e é famoso por ser um jogador liso como sabão. Em oportunidade de entrevista-lo, o mesmo ressaltou que é um grande fã do futebol brasileiro e que se inspira em Neymar e Ronaldinho. Na ocasião, McGhee disse que é “torcedor” do Atlético-PR, clube que teve oportunidade de enfrentar em um campeonato na Alemanha, quando ainda integrava o sub-13.

Enfim, conhecida a pífia política de contratações do Manchester United comandado por Ed Woodward, resta ao torcedor o otimismo de saber que o futuro do clube é brilhante! Em boas mãos, talentos como estes podem ser lapidados e se tornarem um dia aquilo que a última belíssima geração, aposentada recentemente, representou para o maior campeão inglês.

Se o presente é difícil e o futuro é incerto, ter pratas da casa nesse nível e quantidade é indício de que talento não haverá de faltar nos gramados do velho teatro.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Um projeto chamado Sassuolo.

sassuolo mapei
O clichê do clube pequeno, bem administrado, estruturado e que pula divisões até atingir a elite do seu país não é necessariamente novo. Em diferentes lugares da Europa, é fácil localizar entidades com esse tipo de história. Todavia, todas possuem o seu valor individual.

É o caso do Sassuolo, uma espécie de clube-empresa italiano da região da Emília-Romanha, que merece muito destaque. Dentro ou fora das quatro linhas, a gestão é lúcida e vai rendendo frutos. Chegou a hora de conhecer esse projeto.

Giorgio Squinzi. Esse é o nome do homem que começou a mudar o destino do Sassuolo, quando adquiriu o clube em 2002. Dono também da Mapei, empresa forte no ramo de materiais de construção, Squinzi conseguiu três promoções em dez anos – da 4ª divisão à Serie A italiana. Aliás, a Mapei pode facilmente ser confundida com o clube nestes quase 15 anos de parceria no estado mais puro da palavra. A companhia, que já havia patrocinado a equipe num curto período entre as décadas de 1980 e 1990, é quem tem as rédeas do estádio onde o time neroverdi atua, por exemplo. Além disso, a instituição certamente terá participação no novo projeto de complexo esportivo do Sassuolo.

Avançando na questão do complexo esportivo, atualmente os treinos são dados no pequeno estádio Enzo Ricci. Mas a expectativa é que um moderno centro de atividades seja desenvolvido; inclusive, a área para construção está sendo estudada. Esse centro guardaria os profissionais e funcionários do clube, mas também teria um espaço reservado aos cidadãos de Sassuolo – são cerca de 40 mil. A ideia é se aproximar dos torcedores, trazê-los para perto. Muito pelo fato de que os jogos são mandados fora da cidade.

Retornando aos seguidos acessos dos neroverdi, já neste período a proposta de apostar nos jovens funcionava. Massimiliano Allegri (40 anos) e Stefano Pioli (44) treinaram a equipe em divisões menores, hoje ambos estão na Serie A e disputam competições europeias. Mesmo o atual comandante, Eusebio Di Francesco, tinha 43 primaveras quando levou o Sassuolo à elite.

Sem grana sobrando (apesar do mecenas), a via era – e ainda é – investir nos bons garotos para montar o grupo. Inclusive, um deles acabou ficando mais do que o esperado. Permaneceu para todas as promoções, virou capitão e tem o recorde de partidas do clube: é Francesco Magnanelli, uma lenda viva da agremiação.

“Rapazes, vamos nos mexer. Eu quero jogar na Europa”
Certa vez, foram essas as palavras do proprietário Squinzi ao entrar no vestiário neroverdi, quando o time era lanterna. É óbvio que, naquele momento, o principal era fugir do rebaixamento e a frase soou estranha. Entretanto, já estabilizado na Serie A, o longo projeto emiliano realmente tem esse objetivo ao fundo.

Para tal, como dito, os garotos são a solução. Mas não formá-los em casa, algo financeiramente pesado e arriscado, e sim tirá-los dos grandes com uma proposta quase irrecusável: a garantia de minutos em campo. Mesmo que alguns jovens não rendam e retornem ao clube de origem após determinado tempo, ainda assim o negócio possui um custo-benefício favorável.

É possível comprovar a ideia olhando as últimas participações do Sassuolo no Campeonato Italiano sub-19, o maior torneio de base da Bota. Nas quatro temporadas passadas, em grupos de 14 times onde cinco se classificam, os neroverdi sempre ficaram entre a 8ª e 11ª posição. Neste mesmo período, garotos como Simone Zaza, Sime Vrsaljko, Saphir Taider, Domenico Berardi e Nicola Sansone – só um foi criado ‘em casa’ – brilharam entre os profissionais.

Hoje, contando unicamente os que já jogaram o campeonato nacional, são sete atletas com 23 anos ou menos no grupo; abrindo aos que têm 24, são doze. De todos, apenas dois vieram das categorias de base. O plano é claro, e dá frutos.

“Se você vê um treinamento do Sassuolo, ouvirá apenas uma língua: a italiana. Continuaremos assim”. Squinzi, Giorgio.

Parte da identidade emiliana também envolve o nacionalismo. ‘Time mais italiano da Itália”, o Sassuolo consegue facilmente ter onze titulares nascidos no Bel paese, tarefa dura nesse mundo globalizado. Isso não acontece por acaso, Squinzi é abertamente a favor da ideia e enxerga ganhos nesse sentido.

“Se todos entendem o treinador, fica mais fácil fazer um grupo”, afirma o mecenas.

Em 2015/16, não mais que quatro estrangeiros vestiram a camisa verde e negra. Na parte de cima da tabela, o Sassuolo é o estranho patriota em meio aos gigantes ‘do mundo’.

Como o futebol reage – bem – à administração
Eusebio Di Francesco está na liderança do campo desde 2012, e ele possui autonomia quase total aí. Uma das únicas ordens de cima diz que os garotos têm de jogar. Porém, essa já vem no sangue do promissor treinador, de 46 anos. Apesar de adaptável, o estilo do conjunto preza um trabalho defensivo sólido e contra-ataques fulminantes a partir das beiradas.

As médias sem a bola mostram como a arte de defender é dominada em Sassuolo: a 7ª equipe em duelos aéreos vencidos por jogo, a 6ª em interceptações por partida, a 6ª defesa menos vazada da Serie A, o 2º time que mais bloqueia arremates por confronto. Sem contar que o goleiro Andrea Consigli é um dos melhores da liga. Tudo dentro de um coletivo que sabe se transformar num só corpo quando preciso.

Tanta garantia atrás, onde as linhas de marcação são próximas e coordenadas por zona – inclusive nos escanteios -, permite que os atacantes explorem sua velocidade a cada contragolpe. No 4-3-3 de Di Francesco, os pontas dribladores é que lideram as ações rápidas e verticalizam as jogadas, enquanto o centroavante se mexe para auxiliar e os meias alternam controle e chegada. Com vários jovens atletas à disposição e jogadores mais experientes (de sua confiança) em posições-chave, o técnico monta um modelo de futebol trabalhador, dinâmico, atraente, bem regulado e eficiente ao mesmo tempo. Que encaixa com a pedida da diretoria – porém, sem deixar de ser competitivo.

O caso de sucesso do Sassuolo é interessante porque consegue aliar o administrativo e o futebolístico, as contas para manter o clube financeiramente saudável e as contas para atingir uma competição europeia.

É emocionante porque, há cerca de dez anos, o time jogava a 4ª divisão. É real, pois não existe um caminhão de dinheiro por trás. É legal, afinal preza pelo produto nacional, os garotos. Podendo ou não ser um exemplo para outros, vale muito conhecer esse projeto chamado Sassuolo.

***Estatísticas apuradas até o dia 19/03/2016.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

5 Motivos para SIM, contratar um estagiário.


Motivação & Vontade.

Estágio para o estudante pode ser a oportunidade para um possível futuro emprego ou sociedade em uma empresa, o estudante que tem ciência disto com certeza vai trabalhar muito para conquistar a empresa, a função da empresa é justamente encontrar ESTE estudante, após o encontro, com certeza os resultados irão aparecer.

Profissional com a cara da empresa.

Empresas que estão no mercado há décadas, costumam criar funcionários que conhecem todos os setores daquela organização, mas chega um momento que estas pessoas precisam de sangue, ideias e ações inovadoras, um exemplo que conheci superficialmente em 2015 é a KPMG, uma empresa de auditoria que contrata estagiários já visando futuros profissionais de carreira.

Geração de Profissionais Especialistas.

O maior erro da empresa é contratar estagiários para administração geral, contratar estagiários para setores específicos traz resultados mais concretos, ou seja, em vez do estudante se confundir todo com o conteúdo da rotina de trabalho de vários setores, ele tem apenas um setor onde precisa se concentrar, além de viver mais perto de profissionais especialistas e aprender as artimanhas de áreas específicas.

Publicidade praticamente gratuita.

Uma das maiores vantagens hoje da adoção dos estagiários é a Publicidade, estudantes têm mais hábito de usar redes sociais e os Check-ins constantes nos status, fazem com  que sua empresa seja mais vista, além de muitos vincularem sua imagem à imagem da empresa, convertendo em potenciais clientes seus amigos e amigos de amigos.

Custo.

O custo de um estagiário é muito menor para a empresa comparado à contratação de um profissional de carreira, historicamente o estágio remunerava com 50% do salário de carreira, mas hoje este fator é algo discutido na seleção, dependendo do período que o estudante cursa e de sua experiência pré-estágio.

Bom, primeiramente gostaria de agradecer a você que esperou esta postagem, com certeza ela mostrou que existem motivos para contratar estagiários dentro da sua organização, tudo depende do que se quer fazer, do quanto se quer pagar e do que se espera da contratação.

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

5 Motivos para Não Contratar Estagiários (Por Favor, Leia toda a Postagem)


Estagiário não é especialista

Muitas empresas aderem à contratação de estagiários como uma rota de fuga para vagas de profissionais que estão em aberto, porém exigem destes formandos capacidades que ainda não fazem parte de sua rotina profissional e o colocam em situações que ainda não estão acostumados a enfrentar, então se a empresa precisa realmente de um profissional que resolva os problemas institucionais de forma efetiva, a melhor solução é uma Seleção Profissional.

Incerteza de Horários

Muitas faculdades têm horários flexíveis, o que impossibilita a criação de uma rotina de trabalho, ou seja, a empresa nunca vai poder contar com o estagiário em 100% do tempo, isto pode influenciar na formação do estudante dentro da empresa, pelo fato de ele não conseguir acompanhar todos os processos e toda a rotina de reuniões e eventos corporativos.

Frustração de Expectativas

O estagiário entra na empresa com a meta de trabalhar muito e no final ser contatado efetivamente pela organização, quando isto não acontece, há casos onde o estudante volta para o mercado e procura novas oportunidades, porém, há um grande número que passa a denegrir a imagem da empresa principalmente nos meios virtuais principalmente se aproveitando do grande alcance das redes sociais, então se vai contratar estagiário, explique logo na seleção que o contrato tem término e que pode haver a não-continuação.

Inexperiência

reforçando o primeiro item, o estagiário em grande parte é um estudante da área e que inda não trabalhou em nenhum momento com o que a empresa oferece, não adianta cobrar resolução de problemas mais complexos e de resolução por parte de profissionais calejados na área, figurativamente falando, o estagiário é como seu filhinho de 2 anos que está aprendendo a engatinhar no meio de uma maratona.

Desinteresse Profissional

Bolsa-auxílio (remuneração) baixa, cobrança equivalente ao profissional formado e rotina de trabalho que pode em alguns momentos exceder a carga horária sem ressarcimento são fatores que espantam qualquer chance de um estudante se candidatar a uma vaga de estágio em uma corporação, estágios que remunerem menos de R$ 1.000,00 com carga de 6 horas diárias praticamente se encontram no ponto de equilíbrio para o estudante. ainda há a enorme possibilidade de recisão no final do contrato o que torna todo o trabalho feito em vão na perspectiva do formando.

Antes que sua empresa desista da contratação de estagiários eu tenho um pedido a fazer: Aguarde apenas 24 horas, amanhã veremos 5 motivos para a empresa investir no estágio mesmo com estas considerações, Combinado? Enquanto isto Curta nossa Fan-Page no Facebook e acompanhe nossas novidades.