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quarta-feira, 12 de julho de 2017

7 Dicas de e-Marketing por Endeavor 7/7

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O futuro do design digital é centrado na conversão, mas os designers não foram educados para isso

Nunca comece uma campanha de marketing sem uma landing page dedicada. Essa é a mensagem principal que Oli Gardner, fundador do Unbounce deixou na sua palestra no RD Summit. Se a dica parece simples, os exemplos que ele dá só reforçam que os profissionais de Marketing ainda não entenderam isso.

Milhões de pesquisas acabam em péssimas experiências para o usuário: ele não acha o que busca, se confunde com o excesso de links da página ou ainda não entende bem o que a empresa faz. Para Oli, a solução está na entrega de uma experiência encantadora usando o design centrado na conversão.

Comece eliminando todos os links que vão competir pela atenção do usuário, e deixe apenas aquele que você deseja que ele clique. Na Landing Page abaixo, por exemplo, existem 80 links diferentes, entre o menu e o rodapé, que distraem o usuário do único botão que importa: o Inscreva-se Agora.

A taxa de atenção ideal de uma Landing Page deveria ser 1:1, em que o seu objetivo corresponda a uma única possibilidade de clique, sem outras distrações.

Na prática, a taxa de conversão aumenta a medida que a taxa de atenção diminui. Como no exemplo abaixo, quando os links em azul foram eliminados da Landing Page, mantendo apenas o botão laranja, o CTR aumentou em 42%.

Por isso, antes de investir em campanhas de Google AdWords, Facebook Ads ou banners, sempre crie uma landing page especial para esses objetivos. Use o design para trazer contexto e clareza na proposta da sua LP. Olhe para as imagens que usa, principalmente se forem de banco de imagens: sozinhas, sem o acompanhamento do texto, elas dizem o que a sua empresa faz?

Trabalhe com a hierarquia de informações e valorize o título e o subtítulo da sua página: são eles que definem se o usuário vai continuar lendo ou vai fechar essa aba do navegador. E se quiser testar o grau de clareza da sua comunicação, Oli recomenda que você use o Usability Hub, uma comunidade de feedbacks onde as pessoas têm 5 segundos para ver sua Landing Page e responder sobre o que ela se trata. Se a taxa de acerto for baixa, é hora de mudar alguns elementos.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

7 Dicas de e-marketing por Endevor 6/7

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Um disparo de e-mail marketing para uma lista muito grande nem sempre é a estratégia mais eficiente


Enviar um e-mail marketing nunca foi tão simples. E talvez por isso se manter relevante na caixa de entrada das pessoas seja um desafio cada vez maior. Para Scott Heimes, da SendGrid, os e-mails deveriam seguir 4 regras básicas: contexto e timing, relevância do conteúdo para a segmentação escolhida, personalização da mensagem para evitar o tom robótico da maioria dos e-mails e, por fim, regionalidade para gerar identificação.

Mas esse é só o primeiro passo de uma estratégia segura de e-mail marketing. Para se manter relevante na caixa de entrada das pessoas, seus e-mails precisam atingir boas taxas de abertura e clique, com consistência. Quanto menor for a a taxa de abertura ao longo do tempo, menos os algoritmos dos provedores de e-mail (Gmail, Hotmail, UOL…) vão entregar suas mensagens na caixa de entrada de seu público.

Por isso, se um disparo de e-mail para milhares de pessoas parece uma ótima ideia, Scott nos faz repensar essa estratégia. Se você focar na base de engajados –pessoas que já abriram seus e-mails nos últimos 3 ou 6 meses–, sua relevância vai aumentando e, por consequência, a entregabilidade dos seus e-mails também.

E você já pode trabalhar hoje mesmo com uma estratégia dessas, começando pela higienização das listas de contatos da sua empresa. Scott sugere que você diminua a frequência de disparos para quem não abre ou clica nos seus e-mails. E mais: não envie nada para os 5% mais inativos da sua base.

Já para construir uma boa reputação, peça permissão para enviar e-mails para a sua base, incluindo sempre um opt-in nos formulários, e crie uma central de preferências de e-mails, divididos por temas, interesses ou serviços –que facilitem sua segmentação. Deixe também um workflow ativado de boas-vindas para os novos leads que explique o que você faz e como pode ajudá-los. E, por fim, facilite o descadastramento da sua base para quem não estiver interessado.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

7 Dicas de e-Marketing por Endevor 5/7

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Conteúdo memorável não se faz copiando o que já existe


Existem mais de 271 milhões de blogs e sites brigando pelo clique e pela atenção das pessoas. E depois que as práticas de marketing de conteúdo se popularizaram, ficou ainda mais difícil transformar o ruído em informação.

Foi por isso que Henrique Carvalho, do Viver de Blog, dedicou sua palestra a explicar como transformar os 20% de esforços em marketing de conteúdo em 80% dos seus resultados.

Começando por conhecer quem é seu público. Entender as motivações, os porquês e o que o leva a uma tomada de decisão vai aprofundar a sua visão de conteúdos que conversam com ele –usando a mesma linguagem e falando de assuntos comuns.

Descubra quais são os livros, as músicas e os filmes favoritos do seu público. Reserve um tempo para procurar os livros mais lidos por ele na Amazon. Leia as críticas e tente identificar os medos, as emoções e as dúvidas das pessoas que escrevem –e o que elas de fato encontraram de resposta naquele livro. Isso pode inspirar a construção do seu posicionamento, da sua voz e da proposta única de valor do seu conteúdo.

Com isso definido, deixe claro qual é a frequência de publicação do seu conteúdo. E cumpra com esse combinado. Afinal, a consistência é a disciplina da frequência. Mas não comece querendo estar presente em todos os canais. O equilibrador de pratos não começou com 20 objetos na mão.

Dedique-se muito a uma única peça de conteúdo, antes de mais nada.Henrique contou que chegou a produzir 38 títulos diferentes para um determinado post. No final, o time conseguiu gerar mais de 33 mil leads. De fato, conteúdos memoráveis não nascem do dia para a noite.

Para se aprofundar nesse tema, Henrique deixou algumas recomendações de livros, como Story Wars para falar de storytelling, Made to Stick e Contagious para você entender os mecanismos das ideias contagiosas e também Scrum: A Arte de Fazer o Dobro de Trabalho na Metade do Tempo.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

7 Dicas de eMarketing por Endevor 4/7

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Não resolva  problemas de processos  com pessoas


Toda vez que sua empresa enfrenta um desafio de execução, o que você faz? Contrata uma nova pessoa para desempenhar esse papel ou procura automatizar os processos?

No Brasil, grande parte das empresas tem o costume de resolver problemas de processos usando pessoas. O crescimento acelerado de uma empresa muitas vezes exige que o time fique mais inchado para dar conta das demandas porque “falta braço”. Porém, já existem organizações que são referência de alto impacto, mesmo formadas por times enxutos. Um dos segredos? Automatização dos processos.

Quem explica o que é isso na prática é Elton Miranda, cofundador da Contentools, uma empresa marketing de conteúdo brasileira.

Para a máquina de crescimento continuar enxuta e ágil, existem dezenas de ferramentas e softwares que ajudam a automatizar e otimizar os processos para ganhar eficiência e deixar o time se dedicar mais à estratégia do que à execução de tarefas básicas.

Uma boa dica é começar com uma ferramenta que integre diferentes apps, como o Zapier. Esse serviço online é capaz de integrar mais de 500 apps diferentes, como Gmail, Dropbox e Slack, sem precisar chamar um desenvolvedor.

Além disso, uma ótima recomendação para o gerenciamento de tarefas individuais e coletivas é o uso de softwares como o Asana ou o Trello, ferramentas de colaboração online que melhoram a produtividade de times e a execução de projetos.

Você também pode automatizar a jornada do seu consumidor, da aquisição à retenção, usando o software PiPZ. Já para trabalhar com outbound sales a dica de Miranda é o Growbots, uma ferramenta de inteligência artificial para vendas. Uma outra dica é uma ferramenta capaz de identificar quem está usando a tecnologia do seu concorrente: a Similar Tech. Com essa informação, você é capaz de mapear o alcance dos seus competidores e ao mesmo tempo ganhar agilidade na geração de novos leads.

Essa lista rápida de serviços online é só a ponta do iceberg. Comece revisando os processos com mais gargalos da sua empresa. Busque ferramentas para solucionar cada um desses gargalos: é provável que elas já existam. Afinal, você não é o primeiro a enfrentar esse desafio.

Mas não pare por aí. Crie uma cultura de busca contínua por ferramentas e softwares que otimizem o trabalho do seu time e reserve um orçamento anual para investir nesses serviços. Porém, se a lista de softwares for maior do que o seu orçamento é capaz de pagar, priorize aquele que promete resolver a maior dor da sua empresa, e que, se solucionado, vai apresentar um ganho de produtividade enorme.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

7 Dicas de e-Marketing por Endeavor 3/7

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Não peça seus clientes em casamento antes do primeiro encontro


Neil Patel, um dos maiores especialistas em Growth Hacking do mundo, começou sua palestra sem muitos rodeios. Apontando para uma das pessoas da plateia, perguntou: “Você quer casar comigo?” Assim, sem nem mesmo saber o nome. Parece loucura? Pois esse foi um jeito de explicar como as empresas têm se comportado no ambiente digital: antes de o usuário entender o que a marca faz, já é abordado por uma comunicação que se concentra na venda, para fechar o negócio antes mesmo do primeiro encontro.

Em uma visão complementar, Wil Reynolds mostra que as pessoas preferem aprender sozinhas sobre um tema, um conceito ou um produto, antes de tomar uma decisão de compra ou confiar no papo do vendedor. Essa desconfiança com tudo o que é promocional traz um novo desafio para os profissionais de marketing:

O CONTEÚDO QUE VOCÊ CRIA, O TEXTO DA SUA LANDING PAGE OU OS ANÚNCIOS QUE VOCÊ FAZ PARA PESSOAS QUE AINDA NÃO O CONHECEM SÃO COMO UM PRIMEIRO ENCONTRO OU JÁ SÃO UM VERDADEIRO PEDIDO DE CASAMENTO?


Concentre-se na informação ao seu público, na vontade genuína de responder todas as suas dúvidas e tornar as informações claras, acessíveis e objetivas. Esse contato inicial vai construindo uma relação de confiança, credibilidade e reputação para a sua marca. Exatamente o que você precisa para criar um relacionamento sério com seus futuros clientes.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

7 Dicas de e-Marketing por Endeavor 2/7



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Seja um especialista em contar pequenas histórias


Escrever textos persuasivos quando se tem liberdade de tamanho é tarefa simples. Porém, fazer isso com os 140 caracteres do Twitter, as limitações de SEO do Google ou a legenda do Facebook exige uma habilidade diferente. Para Wil Reynolds, você precisa saber contar boas histórias em poucas palavras. Ao mudar o foco de quem escreve para quem lê, você usa a experiência dos usuários para dar o contexto à comunicação.

E ele dá um bom exemplo do que é isso na prática.
Em um site de venda de produtos usados, um livro era oferecido por diferentes vendedores pelo mesmo preço e praticamente no mesmo estado. O que diferenciaria a compra de um ou de outro? O texto de duas linhas escrito logo abaixo. O primeiro dizia “condições próximas de um livro novo”. Já o segundo indicava:”sua compra cria novos empregos e transforma vidas, muito obrigado”. E você, qual dos dois livros compraria?

No segundo exemplo, eles usaram um pequeno espaço de comunicação e ressignificaram o ato de compra do seu produto.

Dê valor aos pequenos espaços de texto que você tem, aos micromomentos de atenção das pessoas e ao uso de histórias curtas que podem criar conexões com quem lê. Quanto mais humano for o seu texto, mais você vai falar com as pessoas, enquanto todas as outras marcas ainda conversam só com o Google.


TODO PONTO DE CONTATO É UMA OPORTUNIDADE, OTIMIZE CADA UM DELES!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

7 Dicas de e-Marketing por Endeavor 1/7

Se você não entende as pessoas, paga mais caro pelo marketing que faz


Comece olhando para as pessoas. Essa dica simples foi dada por Wil Reynolds, fundador da SEER Interactive, no começo da sua palestra. Para ele, quando você muda a visão de “eu preciso de mais cliques” para “o que o meu público pensa no momento do clique”, é capaz de criar anúncios que falem melhor com as pessoas, conectados com a motivação e a emoção de cada uma delas.

Se você se concentrar na intenção por trás de uma pesquisa no Google, por exemplo, em vez de olhar somente para o volume de buscas, pode aproveitar melhor a primeira chance que tem de dizer que entende o consumidor. E é isso que vai diferenciá-lo entre tantas abas abertas no navegador de alguém.

Faça uma rápida revisão do que existe na internet sobre a sua empresa, dos anúncios de AdWords aos disparos de e-mail.

SERÁ QUE O QUE A SUA MARCA DIZ SE CONECTA VERDADEIRAMENTE COM AS PESSOAS?


Se você chegou a pensar duas vezes e não tem certeza da resposta, chegou a hora de revisar essa comunicação. Porque a lógica é simples: se você não entende a intenção das pessoas, paga mais caro pelo clique.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Um projeto chamado Sassuolo.

sassuolo mapei
O clichê do clube pequeno, bem administrado, estruturado e que pula divisões até atingir a elite do seu país não é necessariamente novo. Em diferentes lugares da Europa, é fácil localizar entidades com esse tipo de história. Todavia, todas possuem o seu valor individual.

É o caso do Sassuolo, uma espécie de clube-empresa italiano da região da Emília-Romanha, que merece muito destaque. Dentro ou fora das quatro linhas, a gestão é lúcida e vai rendendo frutos. Chegou a hora de conhecer esse projeto.

Giorgio Squinzi. Esse é o nome do homem que começou a mudar o destino do Sassuolo, quando adquiriu o clube em 2002. Dono também da Mapei, empresa forte no ramo de materiais de construção, Squinzi conseguiu três promoções em dez anos – da 4ª divisão à Serie A italiana. Aliás, a Mapei pode facilmente ser confundida com o clube nestes quase 15 anos de parceria no estado mais puro da palavra. A companhia, que já havia patrocinado a equipe num curto período entre as décadas de 1980 e 1990, é quem tem as rédeas do estádio onde o time neroverdi atua, por exemplo. Além disso, a instituição certamente terá participação no novo projeto de complexo esportivo do Sassuolo.

Avançando na questão do complexo esportivo, atualmente os treinos são dados no pequeno estádio Enzo Ricci. Mas a expectativa é que um moderno centro de atividades seja desenvolvido; inclusive, a área para construção está sendo estudada. Esse centro guardaria os profissionais e funcionários do clube, mas também teria um espaço reservado aos cidadãos de Sassuolo – são cerca de 40 mil. A ideia é se aproximar dos torcedores, trazê-los para perto. Muito pelo fato de que os jogos são mandados fora da cidade.

Retornando aos seguidos acessos dos neroverdi, já neste período a proposta de apostar nos jovens funcionava. Massimiliano Allegri (40 anos) e Stefano Pioli (44) treinaram a equipe em divisões menores, hoje ambos estão na Serie A e disputam competições europeias. Mesmo o atual comandante, Eusebio Di Francesco, tinha 43 primaveras quando levou o Sassuolo à elite.

Sem grana sobrando (apesar do mecenas), a via era – e ainda é – investir nos bons garotos para montar o grupo. Inclusive, um deles acabou ficando mais do que o esperado. Permaneceu para todas as promoções, virou capitão e tem o recorde de partidas do clube: é Francesco Magnanelli, uma lenda viva da agremiação.

“Rapazes, vamos nos mexer. Eu quero jogar na Europa”
Certa vez, foram essas as palavras do proprietário Squinzi ao entrar no vestiário neroverdi, quando o time era lanterna. É óbvio que, naquele momento, o principal era fugir do rebaixamento e a frase soou estranha. Entretanto, já estabilizado na Serie A, o longo projeto emiliano realmente tem esse objetivo ao fundo.

Para tal, como dito, os garotos são a solução. Mas não formá-los em casa, algo financeiramente pesado e arriscado, e sim tirá-los dos grandes com uma proposta quase irrecusável: a garantia de minutos em campo. Mesmo que alguns jovens não rendam e retornem ao clube de origem após determinado tempo, ainda assim o negócio possui um custo-benefício favorável.

É possível comprovar a ideia olhando as últimas participações do Sassuolo no Campeonato Italiano sub-19, o maior torneio de base da Bota. Nas quatro temporadas passadas, em grupos de 14 times onde cinco se classificam, os neroverdi sempre ficaram entre a 8ª e 11ª posição. Neste mesmo período, garotos como Simone Zaza, Sime Vrsaljko, Saphir Taider, Domenico Berardi e Nicola Sansone – só um foi criado ‘em casa’ – brilharam entre os profissionais.

Hoje, contando unicamente os que já jogaram o campeonato nacional, são sete atletas com 23 anos ou menos no grupo; abrindo aos que têm 24, são doze. De todos, apenas dois vieram das categorias de base. O plano é claro, e dá frutos.

“Se você vê um treinamento do Sassuolo, ouvirá apenas uma língua: a italiana. Continuaremos assim”. Squinzi, Giorgio.

Parte da identidade emiliana também envolve o nacionalismo. ‘Time mais italiano da Itália”, o Sassuolo consegue facilmente ter onze titulares nascidos no Bel paese, tarefa dura nesse mundo globalizado. Isso não acontece por acaso, Squinzi é abertamente a favor da ideia e enxerga ganhos nesse sentido.

“Se todos entendem o treinador, fica mais fácil fazer um grupo”, afirma o mecenas.

Em 2015/16, não mais que quatro estrangeiros vestiram a camisa verde e negra. Na parte de cima da tabela, o Sassuolo é o estranho patriota em meio aos gigantes ‘do mundo’.

Como o futebol reage – bem – à administração
Eusebio Di Francesco está na liderança do campo desde 2012, e ele possui autonomia quase total aí. Uma das únicas ordens de cima diz que os garotos têm de jogar. Porém, essa já vem no sangue do promissor treinador, de 46 anos. Apesar de adaptável, o estilo do conjunto preza um trabalho defensivo sólido e contra-ataques fulminantes a partir das beiradas.

As médias sem a bola mostram como a arte de defender é dominada em Sassuolo: a 7ª equipe em duelos aéreos vencidos por jogo, a 6ª em interceptações por partida, a 6ª defesa menos vazada da Serie A, o 2º time que mais bloqueia arremates por confronto. Sem contar que o goleiro Andrea Consigli é um dos melhores da liga. Tudo dentro de um coletivo que sabe se transformar num só corpo quando preciso.

Tanta garantia atrás, onde as linhas de marcação são próximas e coordenadas por zona – inclusive nos escanteios -, permite que os atacantes explorem sua velocidade a cada contragolpe. No 4-3-3 de Di Francesco, os pontas dribladores é que lideram as ações rápidas e verticalizam as jogadas, enquanto o centroavante se mexe para auxiliar e os meias alternam controle e chegada. Com vários jovens atletas à disposição e jogadores mais experientes (de sua confiança) em posições-chave, o técnico monta um modelo de futebol trabalhador, dinâmico, atraente, bem regulado e eficiente ao mesmo tempo. Que encaixa com a pedida da diretoria – porém, sem deixar de ser competitivo.

O caso de sucesso do Sassuolo é interessante porque consegue aliar o administrativo e o futebolístico, as contas para manter o clube financeiramente saudável e as contas para atingir uma competição europeia.

É emocionante porque, há cerca de dez anos, o time jogava a 4ª divisão. É real, pois não existe um caminhão de dinheiro por trás. É legal, afinal preza pelo produto nacional, os garotos. Podendo ou não ser um exemplo para outros, vale muito conhecer esse projeto chamado Sassuolo.

***Estatísticas apuradas até o dia 19/03/2016.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

As Falhas Agrestinas do Recursos Humanos.


O Agreste Pernambucano cresce cada vez mais, porém em contrapartida vemos a Administração de recursos humanos cada vez mais ineficientes, as pessoas destinadas a recrutar, selecionar e desenvolver internos talentos dentro das organizações mentem sobre sua função para si próprios, fazendo tarefas básicas de Departamento Pessoal e se achando os C.H.R.O.’s de grandes corporações, 

A tarefa do RH começa muitos antes de uma pessoa entrar na empresa, inicia na busca por talentos quando não há possibilidades dentro da própria empresa, após este processo segue todo o Recrutamento e Seleção onde ainda existe muitas falhas na região, a contratação é o processo onde o DP é responsável, eo novo funcionário  retorna ao RH para um ciclo constante de Captação de Aptidões para Treinamento e Desenvolvimento dentro da empresa. Esta infelizmente não é a realidade devido ao enorme nível de despreparo dos gestores que não buscam especializar-se na sua função e passam toda sua vida pensando que seu setor é apenas aquela rotina de cartão de ponto e contracheque.

A empresa precisa reverter este quadro começando pela descentralização de autoridades, seguido pelo investimento em cursos e treinamentos aos administradores de pessoas para assim enfim, podermos ter um modelo de gestão que apresente resultados cada vez mais eficientes.

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

5 Motivos para SIM, contratar um estagiário.


Motivação & Vontade.

Estágio para o estudante pode ser a oportunidade para um possível futuro emprego ou sociedade em uma empresa, o estudante que tem ciência disto com certeza vai trabalhar muito para conquistar a empresa, a função da empresa é justamente encontrar ESTE estudante, após o encontro, com certeza os resultados irão aparecer.

Profissional com a cara da empresa.

Empresas que estão no mercado há décadas, costumam criar funcionários que conhecem todos os setores daquela organização, mas chega um momento que estas pessoas precisam de sangue, ideias e ações inovadoras, um exemplo que conheci superficialmente em 2015 é a KPMG, uma empresa de auditoria que contrata estagiários já visando futuros profissionais de carreira.

Geração de Profissionais Especialistas.

O maior erro da empresa é contratar estagiários para administração geral, contratar estagiários para setores específicos traz resultados mais concretos, ou seja, em vez do estudante se confundir todo com o conteúdo da rotina de trabalho de vários setores, ele tem apenas um setor onde precisa se concentrar, além de viver mais perto de profissionais especialistas e aprender as artimanhas de áreas específicas.

Publicidade praticamente gratuita.

Uma das maiores vantagens hoje da adoção dos estagiários é a Publicidade, estudantes têm mais hábito de usar redes sociais e os Check-ins constantes nos status, fazem com  que sua empresa seja mais vista, além de muitos vincularem sua imagem à imagem da empresa, convertendo em potenciais clientes seus amigos e amigos de amigos.

Custo.

O custo de um estagiário é muito menor para a empresa comparado à contratação de um profissional de carreira, historicamente o estágio remunerava com 50% do salário de carreira, mas hoje este fator é algo discutido na seleção, dependendo do período que o estudante cursa e de sua experiência pré-estágio.

Bom, primeiramente gostaria de agradecer a você que esperou esta postagem, com certeza ela mostrou que existem motivos para contratar estagiários dentro da sua organização, tudo depende do que se quer fazer, do quanto se quer pagar e do que se espera da contratação.

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

5 Motivos para Não Contratar Estagiários (Por Favor, Leia toda a Postagem)


Estagiário não é especialista

Muitas empresas aderem à contratação de estagiários como uma rota de fuga para vagas de profissionais que estão em aberto, porém exigem destes formandos capacidades que ainda não fazem parte de sua rotina profissional e o colocam em situações que ainda não estão acostumados a enfrentar, então se a empresa precisa realmente de um profissional que resolva os problemas institucionais de forma efetiva, a melhor solução é uma Seleção Profissional.

Incerteza de Horários

Muitas faculdades têm horários flexíveis, o que impossibilita a criação de uma rotina de trabalho, ou seja, a empresa nunca vai poder contar com o estagiário em 100% do tempo, isto pode influenciar na formação do estudante dentro da empresa, pelo fato de ele não conseguir acompanhar todos os processos e toda a rotina de reuniões e eventos corporativos.

Frustração de Expectativas

O estagiário entra na empresa com a meta de trabalhar muito e no final ser contatado efetivamente pela organização, quando isto não acontece, há casos onde o estudante volta para o mercado e procura novas oportunidades, porém, há um grande número que passa a denegrir a imagem da empresa principalmente nos meios virtuais principalmente se aproveitando do grande alcance das redes sociais, então se vai contratar estagiário, explique logo na seleção que o contrato tem término e que pode haver a não-continuação.

Inexperiência

reforçando o primeiro item, o estagiário em grande parte é um estudante da área e que inda não trabalhou em nenhum momento com o que a empresa oferece, não adianta cobrar resolução de problemas mais complexos e de resolução por parte de profissionais calejados na área, figurativamente falando, o estagiário é como seu filhinho de 2 anos que está aprendendo a engatinhar no meio de uma maratona.

Desinteresse Profissional

Bolsa-auxílio (remuneração) baixa, cobrança equivalente ao profissional formado e rotina de trabalho que pode em alguns momentos exceder a carga horária sem ressarcimento são fatores que espantam qualquer chance de um estudante se candidatar a uma vaga de estágio em uma corporação, estágios que remunerem menos de R$ 1.000,00 com carga de 6 horas diárias praticamente se encontram no ponto de equilíbrio para o estudante. ainda há a enorme possibilidade de recisão no final do contrato o que torna todo o trabalho feito em vão na perspectiva do formando.

Antes que sua empresa desista da contratação de estagiários eu tenho um pedido a fazer: Aguarde apenas 24 horas, amanhã veremos 5 motivos para a empresa investir no estágio mesmo com estas considerações, Combinado? Enquanto isto Curta nossa Fan-Page no Facebook e acompanhe nossas novidades.